Sou mesmo eu...
...sem palavras e com uma sina.
__Sim, és?
__Não vês?
__Lamento desapontar-te!
__Imagine! A seu dispor!
__Que loucura. Grito e sinto meu som.
Como se a luz dissipasse as trevas
Como se alma fosse o próprio inferno.
Ardendo em chamas.
Ardendo dentro de mim.
Traria-me água?
__Pois não...aqui está a sua água.
__Mas não quero do poço dos homens
fétidos, cães sarnentos.
Quero a água pura... viva...
Quero-a cada vez mais.
Tenho sede dessa água que sacia
os meus medos.
__Não vês sua sede se embriaga com seu medo?
Com a sua necessidade?
Não tens sequer um teto... sequer uma sombra...
Como podes exigir qualquer coisa?
__Não exijo porque quero.
Exijo pelos méritos do favor imerecido.
__Não entendo
__Não precisa. É loucura.
Não queira entender.
Tem hora... que é preferível
Não entender mesmo.
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domingo, 20 de março de 2011
sempre as mesmas palavras...
Todos os dias da vida da gente são sempre as mesmas coisas. Do homem do campo, que deita ao pôr-do-sol e acorda de marmita preparada às quatro da matina para o corte, ao empresário, que adormece sobre a tela de um computador e levanta às pressas vestindo seu paletó para não chegar atrasado àquela apresentação que lhe trará uma promoção.
Simplesmente a vida acontece assim. Sem muita alternancia de acontecimentos dia-a-dia. Muitas vezes nos irritamos com a monotonia e questionamos: "por que devo acordar cedo, trabalhar, almoçar, trabalhar novamente, jantar, dormir e... no outro dia a mesma coisa?" E ainda vem a infeliz notícia de que o dia de receber chegou, mas dinheiro caiu na conta e já não tem mais nada. Tudo vai para os compromissos de quem vive uma vida no capitalismo.
Ás vezes penso o que é qualidade de vida. Se essa correria tem valido a pena. Se temos opção de outro tipo de vida, se devemos nos submeter a essa... enfim.
Parece que seremos engolidos pelo monstro que assola a humanidade. Poderíamos fazer algo? Quem pode, quer fazer? E por que fariam? Talvez seja essa resposta que justifique a falta de ação!
Simplesmente a vida acontece assim. Sem muita alternancia de acontecimentos dia-a-dia. Muitas vezes nos irritamos com a monotonia e questionamos: "por que devo acordar cedo, trabalhar, almoçar, trabalhar novamente, jantar, dormir e... no outro dia a mesma coisa?" E ainda vem a infeliz notícia de que o dia de receber chegou, mas dinheiro caiu na conta e já não tem mais nada. Tudo vai para os compromissos de quem vive uma vida no capitalismo.
Ás vezes penso o que é qualidade de vida. Se essa correria tem valido a pena. Se temos opção de outro tipo de vida, se devemos nos submeter a essa... enfim.
Parece que seremos engolidos pelo monstro que assola a humanidade. Poderíamos fazer algo? Quem pode, quer fazer? E por que fariam? Talvez seja essa resposta que justifique a falta de ação!
nA xÍcArA nÃo Há CaFé
... ela vazia
ratifica a você que não gosto de café
assim como não gosto de muita coisa
que gosta.
suco de abacaxi com menta,
cajú, kiwi
melão,
e entre outras
que não lembro
aqui
não.
mas o acaso
não escolhe casa, nem mobília
coloca-nos lá dentro
e pra sair...
nem as diferenças!
ratifica a você que não gosto de café
assim como não gosto de muita coisa
que gosta.
suco de abacaxi com menta,
cajú, kiwi
melão,
e entre outras
que não lembro
aqui
não.
mas o acaso
não escolhe casa, nem mobília
coloca-nos lá dentro
e pra sair...
nem as diferenças!
sexta-feira, 4 de março de 2011
um amor que será pra sempre...
todos os dias meus
são você...
hoje, um dia como tantos outros,
sem flores, sem festa
mas um dia dentro de um ano
que passou tão breve
como se passa o vento
e de te amar
muito e tanto
que nem sempre o tempo...
se perde ao vento....
feliz por ti
por mim
e em nós festejar por ser assim
dia após dia
em sí
envolto a todas as coisas
cumplices...
estamos enfim
ao papel
sob as bodas tão frágeis...
hoje, só hoje...
são você...
hoje, um dia como tantos outros,
sem flores, sem festa
mas um dia dentro de um ano
que passou tão breve
como se passa o vento
e de te amar
muito e tanto
que nem sempre o tempo...
se perde ao vento....
feliz por ti
por mim
e em nós festejar por ser assim
dia após dia
em sí
envolto a todas as coisas
cumplices...
estamos enfim
ao papel
sob as bodas tão frágeis...
hoje, só hoje...
Um Ano...
...rosas...
silênciosas e invisíveis.
você não esta aqui,
mas o tempo passou
e hoje chegou.
O meu amor ofertado
a minha mão... meus pés...
um pouco do que sou...
e que serei...
sempre
em você...
silênciosas e invisíveis.
você não esta aqui,
mas o tempo passou
e hoje chegou.
O meu amor ofertado
a minha mão... meus pés...
um pouco do que sou...
e que serei...
sempre
em você...
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