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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Eu sol
Eu chuva.
E me elevo vento,
Tempestuoso sopro.
Sob escorregadas noites,
Deslizo eu pedra,
Cachoeira nascente
sob as curvas
da minha contínua imagem.
Eu horizonte,
Eu tempestade.
O abrigo da brisa minha
rompe o sol da noite clara.
E às chamas desse ninho
Aconchega-se às vozes
Que sussurram no meu peito...
Rara beleza,
Esplendida!
Pétala macia
Dor singela,
Canto de alegria.
Toda noite e pela manhã
Quando a chuva cai
e o sol erradia!

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