Não posso mais
nem haverei de chorar.
Quero cem
e sem querer
esmago o pranto.
Quem disse que ganharei fortunas?
Magnificarei o tolo,
dar-lhe-ei outro nome
que dentre tantos nomes
não se faça ser.
Ela partiu uma manga
e jogou os óculos no pescoço.
Seus olhos estão trocados.
Sua pele...
... no desgosto.
Não assusto o poeta vil
nem dou abrigo ao cachorro ladrão.
Sou pesado como grande canil
que desfaz, resgata
em ação.
Sem a rosa, perdi esse pólen.
Sem lamento, sem prazer.
Vida – infame de tanta contradição!
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