Nostálgico de tudo:
Passos...labirintos...alma.
Uma infância vazia...
...tristezas...alegrias.
Um clamor ao passado
Refrigera tão vago presente;
Monotonia!
E se vão os tempos remotos!
Exilada alma...tortura suave.
Travar-se-á as vozes.
A lápide da lembrança
refará o belo.
Os surtos de retorno
far-me-á sangrar...
...mais uma vez,
devagar...
Almejando a antiga terra,
disfarçada pelo curto túmulo
que aos golpes me espera.
Atordoando a agonia,
um suspiro...um bocejo.
Trazendo antes da morte...
fantasia.
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